Estou animadíssima...olha o que acabei de criar:
7 de março de 2008
13 de novembro de 2007
Disciplina ou Complacência?
Depois de uma manhã (de sábado - 10/11/07) dedicada a limpeza da casa, resolvi dar uma parada (até pq não tinha nada melhor para fazer) e organizar algumas fitas cassete (atentem para este detalhe) de alguns aniversários dos meus filhos. A idéia era organizar por datas, mas aí já viu né?O que era trabalho, virou passatempo...rss
Isso me fez recordar certos valores que minha mãe me passou ainda na infância e insistindo para que eu me lembrasse deles a todo instante. E como num jogo de "lembrar disso que levou a lembrar daquilo" eu simplesmente fui longe neste minha mente viajante!
Há poucos meses, julgamos severamente como na inquisição, o pai do cretino que deu uma surra na empregada. Sim, aquele fato que parou nos jornais de toda a cidade, se não do país. Dedos em riste e gritarias indignadas podem até servir de catarse, mas como num CD arranhado, nossas perversões de caráter vão se repetir, até decidirmos com coragem, enxergar onde estão os furos na nossa cultura que afetam negativamente a nossa convivência. Posso começar com um "mea culpa".
Assistindo a uma dessas fitas cassete que gravei do meu filho com três anos de idade, na época, ouvi ao fundo a música do Toquinho “O filho que eu quero ter”. Já mexida com a gravação, as lágrimas desceram.
Enlevada, levei um choque quando ele cantou: Um filho a quem eu possa amar e a quem só diga que sim.
Não estou aqui para crucificar o Toquinho, as novelas ou a cultura popular, mas a cultura espelha os nossos valores, é um retrato bem acurado do que é permitido, aturado e até incentivado! Não sou a favor da censura, os profissionais de comunicação expressam o que observam. No entanto, se queremos realmente mudar para melhor, se queremos uma sociedade mais adulta e responsável, temos de refletir mais, conversar mais sobre valores, pensar mais nas conseqüências boas e más dos nossos princípios de valores.
Muitos de nós, da geração 1960, pensávamos em filhos mais como possessões am
adas e engraçadinhas a serem paparicadas, do que em criar cidadãos responsáveis e disciplinados.
Mais em dar prazer do que ajudá-los a procurar a verdadeira felicidade.
Mais em torcer para que passem em concursos que vão permitir trabalhar pouco e ganhar muito, do que guiá-los na angustiosa, mas gratificante busca de encontrar a profissão que vai usar e ampliar seu talento maior.
Mais em concordar com um sistema estúpido de educação que obriga o jovem de 17 anos a escolher uma faculdade, escolhendo uma carreira sem estar preparado, do que brigar pela mudança.
Mais em concordar em colocar nossos filhos em escolas particulares, do que brigar com os políticos por escolas públicas decentes, sem nos importar que escola vai sobrar para os que não podem pagar.
Mais em concordar de deixar crianças serem torturadas nas ruas do que exigir planejamento familiar, alojamento e educação para os meninos de rua.
Exigir de quem?
Dos políticos através de telegramas, telefonemas, cartas, e-mails, passeatas, cartas a jornais, discurssos em escolas, etc...
Quantos de nós fazem isso?
Mais em reclamar do governo, do que olhar para o próprio umbigo. O governo somos nós!
Mais em receber do que em dar, sem aprender que é dando que se recebe.
Mais em se acomodar em ser mediocremente seguro, do que lutar para acordar todos os dias para trabalhar com entusiasmo e presentear a sociedade e a si mesmo com o seu talento.
Confundir prazer com felicidade é típico da nossa maneira de pensar sem refletir.
Prazer é essencial, uma vida sem prazeres seria triste, mas aquela profunda sensação de que você está no caminho certo, está fazendo o que é bom, de que está dando pequenos passos adiante todos os dias, de que está sendo útil e contribuindo com a sua parte da melhor maneira que pode. Essa sensação é a que dá auto-estima, trás paz de espírito e inspira verdadeiras amizades. Não aquela que você pode ter ou comprar, apenas ser.
Mudando de assunto...
Tenho na minha casa um gorducho, careca e banguela muito gostoso!
Calma, calma...não é o meu marido...rss
Estou falando da gostosura do Caio, filhote da minha prima Fabiana, que com apenas 4 meses virou o encanto da casa nestes últimos três dias.
Ele me fez lembrar tanto dos meus pimpolhos pequeninos...que saudade!!!
Aqui vai uma fotinho dele, muito gatinho!!!

Isso me fez recordar certos valores que minha mãe me passou ainda na infância e insistindo para que eu me lembrasse deles a todo instante. E como num jogo de "lembrar disso que levou a lembrar daquilo" eu simplesmente fui longe neste minha mente viajante!
Há poucos meses, julgamos severamente como na inquisição, o pai do cretino que deu uma surra na empregada. Sim, aquele fato que parou nos jornais de toda a cidade, se não do país. Dedos em riste e gritarias indignadas podem até servir de catarse, mas como num CD arranhado, nossas perversões de caráter vão se repetir, até decidirmos com coragem, enxergar onde estão os furos na nossa cultura que afetam negativamente a nossa convivência. Posso começar com um "mea culpa".
Assistindo a uma dessas fitas cassete que gravei do meu filho com três anos de idade, na época, ouvi ao fundo a música do Toquinho “O filho que eu quero ter”. Já mexida com a gravação, as lágrimas desceram.
Enlevada, levei um choque quando ele cantou: Um filho a quem eu possa amar e a quem só diga que sim.
Não estou aqui para crucificar o Toquinho, as novelas ou a cultura popular, mas a cultura espelha os nossos valores, é um retrato bem acurado do que é permitido, aturado e até incentivado! Não sou a favor da censura, os profissionais de comunicação expressam o que observam. No entanto, se queremos realmente mudar para melhor, se queremos uma sociedade mais adulta e responsável, temos de refletir mais, conversar mais sobre valores, pensar mais nas conseqüências boas e más dos nossos princípios de valores.
Muitos de nós, da geração 1960, pensávamos em filhos mais como possessões am
Mais em dar prazer do que ajudá-los a procurar a verdadeira felicidade.
Mais em torcer para que passem em concursos que vão permitir trabalhar pouco e ganhar muito, do que guiá-los na angustiosa, mas gratificante busca de encontrar a profissão que vai usar e ampliar seu talento maior.
Mais em concordar com um sistema estúpido de educação que obriga o jovem de 17 anos a escolher uma faculdade, escolhendo uma carreira sem estar preparado, do que brigar pela mudança.
Mais em concordar em colocar nossos filhos em escolas particulares, do que brigar com os políticos por escolas públicas decentes, sem nos importar que escola vai sobrar para os que não podem pagar.
Mais em concordar de deixar crianças serem torturadas nas ruas do que exigir planejamento familiar, alojamento e educação para os meninos de rua.
Exigir de quem?
Dos políticos através de telegramas, telefonemas, cartas, e-mails, passeatas, cartas a jornais, discurssos em escolas, etc...
Quantos de nós fazem isso?
Mais em reclamar do governo, do que olhar para o próprio umbigo. O governo somos nós!
Mais em receber do que em dar, sem aprender que é dando que se recebe.
Mais em se acomodar em ser mediocremente seguro, do que lutar para acordar todos os dias para trabalhar com entusiasmo e presentear a sociedade e a si mesmo com o seu talento.
Confundir prazer com felicidade é típico da nossa maneira de pensar sem refletir.
Prazer é essencial, uma vida sem prazeres seria triste, mas aquela profunda sensação de que você está no caminho certo, está fazendo o que é bom, de que está dando pequenos passos adiante todos os dias, de que está sendo útil e contribuindo com a sua parte da melhor maneira que pode. Essa sensação é a que dá auto-estima, trás paz de espírito e inspira verdadeiras amizades. Não aquela que você pode ter ou comprar, apenas ser.
Mudando de assunto...
Tenho na minha casa um gorducho, careca e banguela muito gostoso!
Calma, calma...não é o meu marido...rss
Estou falando da gostosura do Caio, filhote da minha prima Fabiana, que com apenas 4 meses virou o encanto da casa nestes últimos três dias.
Ele me fez lembrar tanto dos meus pimpolhos pequeninos...que saudade!!!
Aqui vai uma fotinho dele, muito gatinho!!!

Beijos Grandes.
10 de novembro de 2007
Noite Ingrata...Manhã Perfeita!!!
Tô cheia de sono e já são meio dia! Minha noite foi horrível!
Acordando de meia em meia hora...Ninguém merece essa insônia!!!
Coisinha chata demais...só algo foi capaz de salvar a minha manhã...eis que cazuza se manifesta (entre tantos outros) no meu computador...PERFEITO!!!
Minha Flor, Meu bebê (trechos)
(...)
Que prazer mais egoísta
O de cuidar de um outro ser
Mesmo se dando mais
Do que se tem pra receber
(...)
Dizem que tô louco
E falam pro meu bem
Os meus amigos todos
Será que eles não entendem
Que quem ama nesta vida
Às vezes ama sem querer
Que a dor no fundo esconde
Uma pontinha de prazer
(...)
Cazuza tem um quê de Nelson Rodrigues, um quê de mim. Adoro! ;)
Mas agora chega de blá,blá,blá...rss
Vim mesmo é deixar uma foto de toda essa minha inspiração...Meus PIMPOLHOS!!!
Trio Calafrio!!!
É por eles que meu coração bate todos os dias!!!
Viver é consumir-se de amor, dialogar, perder-se nos outros. A vida é a interpenetração total das almas e das inteligências.
O verdadeiro amor é exigente, implacável e ao mesmo tempo, infinitamente delicado.
O amor está em toda a parte da natureza, o qual nos convida a exercer nossa inteligência.
Beijos Grandes...
9 de novembro de 2007
Metamorfose
Criei esse cantinho para escrever mais sobre minhas aceitações, definições, expor fotos e comentários sobre fatos da vida por quais passo.
Isso também inclui passagens boas e as não tão boas, afinal isso faz parte da vida...
Lógico que a intenção maior foi poder publicar fotos dos meus fatos...rss...quem me conhece sabe o quanto sou apaixonada por fotos!
É incrível como me apaixonei também por essa mania virtual de expor meus comentários e passagens da minha vida, apesar de sempre ter procurado m
anter um certo nível de discrição, diferente dos absurdos que vejo por aí.
Hoje tento mudar alguns fatos e aceitar tantos outros que nunca suportei, mas estou me reconciliando com meu passado e estabelecendo prioridades na minha vida, isso requer maturidade e atenção integral, para não perder o "foco".
Então vocês verão que muitas coisas mudaram em mim e outras permanecerão em constante transformação.
Quem vive próximo pode achar que toda essa "ebulição" interna tem a ver com o fato da cirurgia que acabei de ser submetida, mas posso garantir que não foi por esse motivo.
Ao contrário, só me submeti a este procedimento, por causa das mudanças que enfrento hoje.
Será que esse reconhecimento tem algo a ver com a definição do meu nome?
"Vanessa - Borboleta Azul."
Passei 29 anos como Lagarta agora estou tentando ( e isso é só o começo) virar borboleta, mas tá difícil pacas. Tenho que reconhecer que entrar no casulo foi uma tarefa árdua, mas por outro ângulo, é o percurso natural da vida, tinha que chegar neste ponto. Não foi por opção foi por obrigação!
Passar pela metamorfose é que é dureza...mas eu chego lá!

Claro que ainda não estou pronta, mas em breve estarei, aí então lhes apresentarei uma nova Vanessa, meu novo "EU".
Um poema que achei a minha cara, o meu momento...
Entardeço lagarta,asquerosa, túrgida verde (cor) roendo e remoendo as folhas de minhas tribulações, transformando-as em fios com que construo meu casulo.
Anoiteço pupa, protegida na crisálida de sonhos aparentemente inerte, absorta em um mundo egoísta mas absolutamente necessário...
Aguardo o amanhecer dourado para romper minhas amarras e florescer todas as cores (nas asas) da alvorada e aí então atravessar nuvens, refletir em lagos e perpetuar flores...
Assimilo finalmente que ser borboleta é ser lagarta, crisálida e imago...
Sejam bem vindos ao meu cantinho!!!
Beijos,
Vanessa.
Isso também inclui passagens boas e as não tão boas, afinal isso faz parte da vida...
Lógico que a intenção maior foi poder publicar fotos dos meus fatos...rss...quem me conhece sabe o quanto sou apaixonada por fotos!
É incrível como me apaixonei também por essa mania virtual de expor meus comentários e passagens da minha vida, apesar de sempre ter procurado m
anter um certo nível de discrição, diferente dos absurdos que vejo por aí.Hoje tento mudar alguns fatos e aceitar tantos outros que nunca suportei, mas estou me reconciliando com meu passado e estabelecendo prioridades na minha vida, isso requer maturidade e atenção integral, para não perder o "foco".
Então vocês verão que muitas coisas mudaram em mim e outras permanecerão em constante transformação.
Quem vive próximo pode achar que toda essa "ebulição" interna tem a ver com o fato da cirurgia que acabei de ser submetida, mas posso garantir que não foi por esse motivo.
Ao contrário, só me submeti a este procedimento, por causa das mudanças que enfrento hoje.
Será que esse reconhecimento tem algo a ver com a definição do meu nome?
"Vanessa - Borboleta Azul."
Passei 29 anos como Lagarta agora estou tentando ( e isso é só o começo) virar borboleta, mas tá difícil pacas. Tenho que reconhecer que entrar no casulo foi uma tarefa árdua, mas por outro ângulo, é o percurso natural da vida, tinha que chegar neste ponto. Não foi por opção foi por obrigação!
Passar pela metamorfose é que é dureza...mas eu chego lá!

Claro que ainda não estou pronta, mas em breve estarei, aí então lhes apresentarei uma nova Vanessa, meu novo "EU".
Um poema que achei a minha cara, o meu momento...
Entardeço lagarta,asquerosa, túrgida verde (cor) roendo e remoendo as folhas de minhas tribulações, transformando-as em fios com que construo meu casulo.
Anoiteço pupa, protegida na crisálida de sonhos aparentemente inerte, absorta em um mundo egoísta mas absolutamente necessário...
Aguardo o amanhecer dourado para romper minhas amarras e florescer todas as cores (nas asas) da alvorada e aí então atravessar nuvens, refletir em lagos e perpetuar flores...
Assimilo finalmente que ser borboleta é ser lagarta, crisálida e imago...
Sejam bem vindos ao meu cantinho!!!
Beijos,
Vanessa.
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